19 de novembro de 2010

SOMOS TODOS NORDESTINOS

Não resisti, Elton... li, gostei e copiei pra cá!


"Em reação aos comentários anti-nordestinos que ficam enchendo o nosso saco no twitter, no e-mail, na mesa do bar, recebi um e-mail que sugeria que podemos todos nos proclamar nordestinos.
É muito fácil ser um nordestino, pois cada um de nós, está sempre a nordeste de algum ponto geográfico. Somos todos nordestinos de alguma forma.
Eu, por exemplo, nasci a nordeste da praia, estudei a nordeste do centro. Amei muitas vezes a nordeste da razão. Estou a nordeste de onde vivem meus pais"

15 de novembro de 2010

Em se Plantando...

Bom, a primeira sementinha foi lançada. Feriadão regado à política e cultura. Coisa de doido mesmo. Assim começamos nossa jornada rumo à fundação do IGECE (Instituto Gramsci de Estudos de Cultura e Educação). Falamos da República de Platão (obrigada dr. Olavo Câmara pela palestra!). Falamos sobre Gramsci e o porquê da escolha de seu nome para batizar o Instituto. Falamos de política, de educação, de cidadania. Falamos das nossas necessidades. Enriquecemos nossas mentes. Conhecemos gente nova e fortalecemos amizades distanciadas pela falta de tempo. Enfim, gastamos bem nosso tempo. E ainda deu para aproveitar a praia e o Sol que decidiu aparecer nesta segundona de feriado. Feriado da Proclamação da República. Nossa meta? Fazer com que esses momentos possam se tornar mais frequentes. Abrir as portas para aqueles que desejam um pouco mais da vida. Compartilhar conhecimento. Somar forças. E quando for hora da colheita, dividir os frutos com toda a cidade. Nossa cidade. Nossa República.
Obrigada a todos!

5 de novembro de 2010

Um dia de fúria ou "só pra desabafar"

Quais os sentimentos que nos movem?
Até onde somos capazes de chegar para satisfazer nossos desejos?
Sacrificamos nosso nome, nossos sonhos, nossa vida, família, emprego, credo, nossa lucidez...
Em troca: segundos de satisfação... aquele riso de canto de boca, coração palpitando, um misto de adrenalina, prazer e medo (se é que é possível saber onde começa um e termina outro). Vingança... ou apenas a sensação de que podemos pôr o dedo na ferida alheia – ou criar a ferida alheia – e fazer a pessoa sofrer ao nosso bel prazer. Sentir o poder de comandar. Poder... o mesmo sentimento de poder que move o político corrupto, o jornalista irresponsável e tendencioso ou a faxineira que morre de inveja do contracheque alheio... nada diferente dos advogados sem escrúpulos, paladinos da justiça, que sentam no próprio rabo para apontarem no mundo as desgraças de suas próprias vidas, causadas por eles próprios... milícias, traficantes, estupradores, pedófilos... que diferença existe entre eles e nós? Serão os sentimentos que nos movem? Então responda: Até onde você é capaz de chegar para satisfazer os seus desejos?